A
Câmara Municipal da Figueira da Foz, através do Serviço
Municipal de Protecção Civil, promoveu e desenvolveu
pelo quinto ano consecutivo, o programa de Vigilância e
Sensibilização da população para os
Fogos Florestais, para o comportamento a adoptar na Praia, na
Estrada e na própria Cidade, intitulado “ Da Praia
à Floresta, Todos em Segurança “.
Esta iniciativa envolveu 48 jovens, todos eles devidamente uniformizados,
com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos que durante
62 dias exerceram funções de Vigilância Florestal
em postos de observação fixos já criados
anteriormente, na Serra da Boa Viagem, um na zona da Bandeira
e outro na zona do Abrigo da Montanha. Estes postos funcionaram
24 sobre 24 horas durante os meses de Julho e Agosto. Alguns destes
jovens procederam à distribuição de folhetos
informativos e de sensibilização, da autoria deste
serviço, por todo o concelho da Figueira da Foz, tendo
sido distribuídos cerca de 100.000 panfletos.
Além da Vigilância Florestal e distribuição
de folhetos existiu ainda um outro programa paralelo de “Vigilância
Motorizada” que funcionou nos meses de Julho, Agosto e Setembro
servindo de complemento ao primeiro. Neste, oito jovens exerceram
vigilância motorizada por todo o concelho, deslocando-se
em duas motos, equipadas com sistemas adequados para uma primeira
intervenção, em caso de incêndio.
Embora estas tenham sido duas iniciativas distintas, tiveram a
particularidade calculada de se complementarem, permitindo assim
aumentar o nível de eficácia na detecção
de incêndios em início de deflagração.
Para além do entrosamento especial de todas as entidades
que integram o S.M.P.C. foi disponibilizada por este serviço
uma viatura todo o terreno de coordenação de meios,
uma moto 4x4 equipada com sistema “fire express” de
combate a incêndios, uma moto 50 cm3 equipada com extintores
e duas bicicletas para o referido programa, que se estendeu a
todas as Praias, Zonas Florestais do Concelho e à Zona
Urbana.
Com este programa pretende-se elevar o grau de segurança
quer da população residente, quer de quem nos visita,
no período de 01 de Julho até 30 de Setembro, estando
direccionado, especialmente para a informação/formação
do comportamento a adoptar na Floresta, na Praia e na Estrada.
Em
segurança, sempre
A
sensibilização e a informação das populações
são imprescindíveis, por forma a podermos obter uma
maior consciencialização das responsabilidades individuais,
quer no conhecimento dos riscos que corremos, quer na forma como
proceder e actuar, se necessário, em situação
de acidente.
A
sociedade actual proporciona um aumento significativo da esperança
de vida, levando a que, nalguns casos, existam distorções
graves nos diversos escalões etários. Podemos, também,
assistir a um aumento da taxa de dependência dos mais velhos,
o que coloca questões imediatas ao nível da segurança,
da qualidade de vida, dos meios de transporte e mesmo da habitação.
A solidão é, também, já hoje uma situação
produtora de vulnerabilidades.
Assistimos
a situações graves de desinserção social
da 3ª idade, com o surgimento de uma 4ª idade a requerer
mais cuidados e atenção. Assim, importa encontrar
espaços de actuação, com imaginação,
para atingir o objectivo que nos preocupa: A segurança.
Aproveitando
o contacto permanente que os trabalhadores dos lares e centros de
dia têm com os idosos e a sua disponibilidade para aceitar
informação, a Câmara Municipal da Figueira da
Foz, através do Serviço Municipal de Protecção
Civil, desenvolve um projecto de sensibilização, informação,
formação e educação para a Protecção
Civil, de forma indirecta, denominado Em segurança, sempre,
destinado aqueles trabalhadores, mas dirigido aos idosos dos lares
e centros de dia do concelho.
Objectivo genérico
Fornecer
informação aos trabalhadores dos estabelecimentos
de apoio à 3ª idade, com vista à transmissão
dos conhecimentos adquiridos aos utentes.
Objectivo
específico
Ministrar
conhecimentos vários, que são posteriormente transmitidos
aos utentes dos estabelecimentos, no dia a dia, chamando a atenção
para a existência de vários perigos ou situações
que potencialmente possam provocar acidentes, ou seja, fazer com
que cada idoso conheça os riscos que corre no dia a dia e
a forma de os ultrapassar, ministrando-lhe conceitos de auto-protecção.
Desenvolver:
Capacitação para o desenvolvimento de iniciativas
que visem a sensibilização da população
idosa para a prevenção das várias situações
de risco de incêndio e de auto-protecção;
Fornecer
contributos com vista à preparação para uma
resposta eficaz e adequada na minimização de efeitos
de eventuais acidentes, sempre que não tenha sido possível
evitá-los
Criança
segura
A
sensibilização e a informação das populações
são imprescindíveis, por forma a podermos obter uma
maior consciencialização das responsabilidades individuais,
quer no conhecimento dos riscos que corremos quer na forma como
proceder e actuar, se necessário, em situação
de acidente.
Aproveitando
a capacidade que a juventude tem para aceitar informação
e a disponibilidade dos professores para o indispensável
apoio pedagógico, a Câmara Municipal da Figueira da
Foz, através do Serviço Municipal de Protecção
Civil, desenvolve um projecto de sensibilização, informação,
formação e educação para a Protecção
Civil, denominado Criança Segura, destinado às crianças
do primeiro Ciclo do Ensino Básico.
Objectivo
genérico
Fornecer
contributos vários, participados por todas as entidades intervenientes
nas acções de emergência, com vista a uma auto-protecção
eficaz e à criação de um espírito solidário
na relação com o seu semelhante.
Objectivo
específico
Chamar
a atenção para a existência de vários
perigos ou situações que potencialmente possam provocar
acidentes, ou seja, fazer com que cada criança conheça
os riscos que corre no dia a dia e a forma de os ultrapassar, ministrando
conceitos de auto-protecção.
Carta
de risco de zona urbana
A
qualidade da estrutura edificada existente nos centros urbanos antigos,
para fruição das gerações actuais e
vindouras, depende, em grande parte, da política de prevenção
que for seguida face à possibilidade de ocorrência
de incêndios, inundações e sismos.
Tal
política terá de obedecer às regras existentes,
e deverá atender a vários elementos, por vezes conflituais,
como a segurança dos materiais e da estrutura dos edifícios
e a salvaguarda de vidas humanas e do próprio valor cultural
do património construído.
Neste
contexto, o Serviço Municipal de Protecção
Civil assume um quadro de intervenção e acção
para a melhoria das condições de segurança
contra incêndio nas zonas antigas da cidade, definidas no
Plano de Urbanização como Espaços Culturais,
com vista a reduzir o risco de ocorrência de incêndio,
a limitar a propagação do incêndio dentro dos
próprios edifícios e destes para a vizinhança,
a possibilitar a evacuação dos edifícios em
condições de segurança para os ocupantes e
a facilitar a intervenção dos bombeiros.
Assim,
enquadram-se no âmbito desta proposta, nos termos do Artº
49º do Plano de Urbanização da cidade, os seguintes
conjuntos edificados, cuja homogeneidade permite considerá-los
como representativos de valores culturais, nomeadamente históricos,
arquitectónicos, urbanísticos ou simplesmente afectivos,
e cuja memória importa preservar: